Fachin pede legitimidade e afirma: ‘existimos para servir, não para ser servidos’

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, declarou que o Judiciário precisa conquistar legitimidade e reafirmou que “existimos para servir, não para ser servidos” na abertura do seminário “O Judiciário em debate: Integridade e Transparência”. A afirmação destacou a preocupação com a imagem institucional e o papel da Corte perante a sociedade.
Fachin e a ideia de que “existimos para servir”
Fachin ressaltou que a atuação dos tribunais deve estar orientada pelo interesse público e pela prestação de contas. Em seu discurso, vinculou o tema da legitimidade à necessidade de medidas que reforcem a integridade e a transparência das instituições judiciais.
O presidente do STF indicou que a busca por legitimidade é um processo contínuo, que passa pela adoção de práticas que aproximem o Judiciário dos cidadãos e reduzam distanciamentos percebidos. A fala ocorreu em evento que reúne autoridades e especialistas para debater mecanismos de controle, prevenção de corrupção e padrões éticos no setor público.
Entre os pontos destacados estavam a importância da transparência administrativa e de políticas internas que promovam responsabilidade. Fachin defendeu que o fortalecimento institucional não pode ser visto apenas como resposta a críticas, mas como construção permanente de confiança.
A mensagem busca colocar o Judiciário em posição ativa de diálogo com a sociedade, valorizando iniciativas que tornem procedimentos mais claros e acessíveis. Ao afirmar que o órgão “existe para servir”, o presidente do STF sublinhou a prioridade por uma atuação que combine independência com responsabilidade pública.
Fonte: Cláudio Dantas
