Flávio Bolsonaro acusa PF de interferência em investigação sobre Lulinha durante sabatina

H2: Sabatina e as declarações

O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, sem apresentar provas, que a Polícia Federal interfere em investigações envolvendo familiares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para beneficiá-lo. A declaração foi feita nesta terça-feira (4) durante sabatina promovida por O Antagonista e a G4, em São Paulo.

Flávio participou remotamente e foi o único a não comparecer presencialmente ao evento. Ao questionar a atuação da PF, perguntou em voz alta se a suposta intervenção nas apurações relacionadas ao filho do presidente seria “uma proteção”. A afirmação não foi acompanhada de evidências durante a sabatina.

H3: Contexto das investigações

Lulinha, filho do presidente Lula, é alvo de investigação por suspeita de tráfico de influência no chamado Caso Dataprev. Em 1º de agosto, o ministro André Mendonça, do STF, autorizou a Polícia Federal a investigar Lulinha por crimes de tráfico de influência e de corrupção em atuação junto ao governo federal. A defesa nega irregularidades.

Ainda nesta terça (4), conforme informado na ocasião, o Supremo Tribunal Federal abriu uma terceira investigação contra Lulinha. Não houve, na sabatina, apresentação de novos documentos ou detalhes que comprovem interferência institucional por parte da PF.

H3: Participantes e formato

A sabatina foi realizada na sede da G4, na zona oeste de São Paulo. Além de Flávio Bolsonaro, compareceram os ex-governadores Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (PSD-GO), e o presidente do partido Missão, Renan Santos. O presidente Lula foi convidado e não compareceu.

Os organizadores informaram que os convites foram enviados aos cinco candidatos mais bem colocados nas pesquisas de intenção de voto e que as entrevistas ocorreram individualmente. A declaração de Flávio, sem evidências apresentadas, deve repercutir no debate público e entre adversários durante a campanha eleitoral.

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