PT e PSOL garantem primeiras suplências de Tebet e Marina ao Senado por São Paulo

Resultado das indicações
O PT e o PSOL ficaram com as primeiras suplências nas chapas ao Senado das candidatas Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede), respectivamente. A definição ocorreu em meio à articulação dos partidos que compõem a base de apoio e à avaliação de que, em caso de vitória das titulares e reeleição de Lula, as senadoras podem assumir ministérios, abrindo vaga para suplentes.
Chapas ao Senado
Na chapa de Simone Tebet, o PSB confirmou que o primeiro suplente será Laio Morais (PT), ex-chefe de gabinete de Fernando Haddad no Ministério da Fazenda. Marcelo Barbieri (PDT), ex-prefeito de Araraquara, ficou com a segunda suplência.
Na chapa liderada por Marina Silva, federada pela Rede, o PSOL indicou o vereador de São Carlos Djalma Nery para a primeira suplência, confirmação feita pela Rede. A segunda suplência ficou com Antonio Neto (PDT), vice-presidente estadual do partido.
Ficaram de fora das primeiras suplências o PV, que havia indicado o vereador de São Paulo Roberto Tripoli, e o PCdoB, que havia apontado o ex-deputado estadual Alcides Amazonas.
Reações e disputas internas
A disputa pelas vagas tornou-se pública nas últimas semanas, com o PDT manifestando insatisfação por ocupar as segundas suplências. Antonio Neto chegou a defender, no início da semana, a possibilidade de candidaturas próprias ao Senado em São Paulo caso o partido ficasse sem posição de destaque.
Segundo ele, o PDT fez concessões para viabilizar a aliança em torno de Fernando Haddad, mas não poderia ficar sem espaço na chapa majoritária. Apesar das críticas, a legenda aceitou as segundas suplências “em nome da unidade”.
As definições consolidam as chapas ao Senado: Simone Tebet com Laio Morais (1º) e Marcelo Barbieri (2º); Marina Silva com Djalma Nery (1º) e Antonio Neto (2º).
